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A digitalização da sociedade: economia da Web no Brasil

Impactos e reflexos na sociedade atual
Tatiana Trícia de Paiva Revoredo
Pixabay
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A nova economia: Informação e tecnologia como facilitadores

Uma das mudanças mais impressionantes que nossa sociedade tem presenciado na última década é o crescimento de uma nova economia.

Nesta nova economia, a informação em todas as suas formas tornou-se digital, reduzida a bits armazenados em computadores e correndo por redes na velocidade da luz.

Cuida-se de uma economia do conhecimento, baseada na aplicação do know-how humano a tudo o que produzimos e como produzimos. Cada vez mais valor agregado será criado pelo cérebro (e não pela força), de modo que a incorporação de ideias será a base da geração de riquezas nessa era de interligação em rede, não apenas da tecnologia, mas também de seres humanos, organizações e sociedade.

Em breves palavras, essa nova economia, também conhecida por Economia Digital, Economia da Internet ou Economia da Web, é um novo modo de se fazer negócios que utiliza informação e tecnologia como facilitadores da comunicação, transferência de dados e transações comerciais.

Vejamos, a seguir, como esta Economia da Web está transformando os valores do mundo atual, exigindo uma urgente mudança de postura dos seguimentos nascidos na sociedade industrial.

Os modelos de negócios “Em Rede” como essência da economia digital

Para alcançarmos o objetivo deste artigo, faz-se necessário agora delimitar o que é um modelo de negócio.

Um modelo de negócio descreve como uma empresa cria valor por meio da combinação de recursos externos e internos e o entrega de forma diferenciada a seus clientes.

Pois bem, estudos sobre modelos de negócio digital[1] surgiram entre os acadêmicos e a mídia de negócios, num primeiro momento, no início da década de 1990, em função da internet e do rápido crescimento dos novos mercados.

Num segundo momento, vieram os aplicativos colocados nos smartphones os quais mudaram significativamente os serviços oferecidos aos clientes.

Até agora, contudo, o foco do mundo corporativo concentrou-se nas tecnologias em si, e não nas potencialidades de transformação de modelos de negócios que estas tecnologias possibilitam. Observa-se empresas alterando suas formas tradicionais de criar e entregar valor, mas através de novos desenhos organizacionais “adaptados” às inovações tecnológicas.

Ocorre que as inovações tecnológicas (Cloud, Analytics, Mobile e Social) são a camada mais básica dessa jornada em direção à transformação dos negócios.

As empresas que desejam sobreviver na Era Digital terão, portanto, de começar a pensar de forma digital e criar modelos de negócio que reflitam este pensamento.

A imensa maioria das empresas baseia seus modelos de negócio nos conceitos da sociedade industrial: as que fabricam produtos (a maioria das empresas) e as que fornecem serviços. Estes dois modelos compõem cerca de 90% das 1.500 maiores empresas do mundo.

Os outros 10% restantes, compreendem as empresas criadoras de tecnologia (cerca de 9% das 1500 maiores empresas) e as agregadoras ou orquestradoras de redes[2], estas últimas abrangendo apenas 1% das maiores empresas do mundo. Como exemplo de agregadora ou orquestradora, podemos citar a Apple, uma vez que criou uma rede de apps em torno de seus smartphones, que a valorizam exponencialmente. Sem a comunidade de apps, a Apple valeria muitíssimo menos que hoje e, ressalte-se, não é a Apple que produz os apps.[3]

Aqui, nos cabe fazer uma ressalva. O modelo de negócios em rede, agregador, poderá ser aplicado, independentemente de qual setor a empresa que deseje sobreviver na Era Digital atue. Eis a razão porque se tem visto, por exemplo, a indústria automotiva se aliando a gigantes como Google para investir em automóveis inteligentes e plataformas de mobilidade pessoal. Tal não implica em substituir o modelo atual, mas sim em complementá-lo.

E essa movimentação das empresas não é à toa, se considerarmos que desde o ano 2000, 52% das empresas da lista da Fortune 500 foram adquiridas, perderam relevância, ou faliram em decorrência da evolução e crescimento exponencial da tecnologia.

Bem por isso, 53% dos CEOs apontam que nos próximos anos, os novos modelos de negócios, com fundamento em novas tecnologias, serão seu maior risco estratégico[4].

Como clientes-usuários, observamos o quanto estes novos modelos de negócios representam avanços e ganhos significativos. Mas como os profissionais, em especial do Direito, têm se posicionado diante destes avanços tecnológicos e dos novos negócios que se apresentam?

Os impactos da economia da Web nos diversos seguimentos sociais

Os impactos e reflexos provocados pela revolução digital não ocorrem somente nos modelos de negócios, mas em toda a sociedade, incluindo seguimentos mais maduros e fortemente regulamentados.

A medicina preventiva está sendo remodelada pela proliferação de sensores de baixo custo e a decodificação do genoma humano. Robôs de telepresença (dispositivos móveis que permitem uma integração da máquina ao ambiente por meio de um controle à distância) estão revolucionando hospitais brasileiros. Fábricas estão sendo redefinidas pela robótica avançada e pela impressão 3D. A energia está prestes a passar por um renascimento diante da escassez de combustíveis fósseis e do surgimento de uma variedade de alternativas mais sustentáveis. Agricultura, educação, o setor de serviços e o varejo também estão se transformando.

Isso, sem mencionar as inúmeras mudanças do perfil profissional atualmente exigido pelo mercado, nos vários segmentos de atividade afetados pela digitalização. Não apenas os taxistas têm seu emprego ameaçado, mas também profissionais com diferentes níveis de qualificação: do executivo, ao consultor, ao profissional liberal às ocupações mais operacionais. A empresa de equipamentos e materiais desportivos Adidas, por exemplo, está trazendo a produção de calçados da Ásia de volta à Alemanha, com um pequeno detalhe: os trabalhadores serão quase integralmente robôs.

Paralelamente a esse ritmo alucinante de transformações provocada pela internet, também aumentou exponencialmente a pressão sobre os que desejam sobreviver à Era Digital (as empresas ou players tradicionais).

E a medida em que esta pressão sobre os players tradicionais cresce, estes, por sua vez, também pressionam governantes no sentido de abrandar o ritmo dessa transformação através de atos e normas que mantenham as práticas de gestão tradicionais.

Na outra ponta desse processo, consumidores exigem um ordenamento jurídico que acompanhem o ritmo das inovações.

Diante deste quadro, como a classe política deve se posicionar?

O posicionamento das autoridades públicas diante da economia digital e a conjuntura crítica em que se encontra a inovação tecnológica

O governo tem de acompanhar a tecnologia para desempenhar o papel que deve ter com qualquer indústria: assegurar que o jogo seja nivelado e aberto a todos, estabelecer e fazer cumprir as leis, e proteger o público de quaisquer efeitos negativos ocasionados pelos avanços tecnológicos.

Conquanto a tecnologia e a política possuam “timings” diferentes, é preciso que consumidores, empresas e autoridades públicas comecem a encarar a economia digital como fonte de novas oportunidades, o que pode contribuir para a retomada do crescimento econômico.

Impulsionados pela inovação, os novos modelos de negócios possuem um potencial enorme a contribuir com competitividade e crescimento do país.

Apesar da resistência de certos setores em relação às novas tendências, é preciso que consumidores, empresas e autoridades públicas enxerguem as novas oportunidades de emprego, flexibilidade de trabalho, novas fontes de renda e o uso mais eficiente de recursos proporcionados pela Era Digital.

Considerações Finais: A necessidade de uma agenda política nacional destinada às novas questões-chave surgidas com a economia digital

Questões relacionadas à aplicação dos quadros jurídicos existentes, sem dúvida, terão de ser revistas, para desfigurar o antigo arcabouço legislativo já existente entre consumidores e prestadores de serviço ou fornecedores, trabalhadores assalariados, trabalhadores autônomos e empresas, e ainda, a prestação de serviço profissional e não profissional, dentre outros. E isso, num primeiro momento, pode resultar em incertezas sobre qual a legislação aplicável, especialmente quando considerada a fragmentação jurídica resultante das diferentes abordagens legislativas nos níveis federal, estadual e municipal.

Contudo, tais incertezas não farão desaparecer a necessidade urgente de uma agenda política nacional destinada a rever o tratamento jurídico dispensado às novas questões-chave surgidas com a Economia Digital, enfrentadas tanto pelos operadores do mercado como pelas autoridades públicas.

Nesse passo, é preciso que legislador brasileiro abandone as abordagens pontuais e desconectadas com as demais esferas de governo, e passe a abraçar as novas oportunidades de inovação, competitividade e crescimento oferecidas pela modernização da economia.

Ao mesmo tempo, é importante que se incluía nos debates dessa agenda política nacional a discussão sobre condições de trabalho justas e a proteção adequada e sustentável dos consumidores e dos cidadãos. Mais ainda, deve-se chamar incluir cidadãos e empresas num debate nacional, de modo que participem dos rumos legislativos quanto à economia digital e estejam cientes das regras e obrigações que lhes são aplicáveis.

Ainda, os governos locais e estaduais devem ser incentivados a posicionar-se no contexto nacional de forma semelhante, colocando-se à disposição para trabalhar junto com as demais esferas de governo (federal, estadual e municipal), aceitando suporte e apoio de entidades especialistas neste processo.

E aqui, finalizamos este artigo na expectativa de que este trabalho contribua com uma visão mais macro de todo o quadro pertinente à economia digital, bem como estimule as autoridades públicas a elaborarem e aplicarem de forma coerente a legislação pertinente, assegurando, assim, melhor ambiente possível para os cidadãos e as empresas atingidos pelas inovações tecnológicas.

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Leia o artigo em inglês:

Digitalization Of Society: The internet Economy In Brazil

Their Impacts and Effects in the Current Society

The New Economy: Information and Technology as Facilitators

One of the most impressive changes our society has witnessed in the last decades is the growth of a New Economy.

In this new economy, information in all its forms has become digital, reduced to bits stored in computers and flowing through networks at lightning speed.

That means a knowledge economy based in the employment of human expertise to everything produced and how it is produced. The brain (and not strength) will create more and more benefit, so that the incorporation of ideas will be the basis of generation of wealth in this age of networked interconnection of not only technology, but also of human beings, organizations and society.

In brief words, this New Economy, also known as Digital Economy, Internet Economy, or Web Economy, is a new way of doing business that uses information and technology as facilitators of communication, data transfer and commercial transactions.

Following, let us check how this Web Economy is transforming current values of the world, and demanding an urgent change of attitude of the areas born in the industrial society.

The “Networked” Business Models as Core of the Digital Economy

In order to reach the aim of this article, it is necessary now to define what a business model is.

A business model describes how a company creates value through the combination of external and internal resources and delivers it to its clients in a differentiated way.

Well, at first, studies about digital business models[1] started appearing among scholars and the business media in the beginning of the 1990s, due to the Internet and to the fast growth of new markets.

Later, the applications inserted in the smartphones came up, what have significantly changed the services offered to the clients.

So far, however, the focus of the corporate world has been concentrated in the technologies themselves, and not on the potentialities of business models transformation that these technologies make possible. Companies changing their traditional ways of creating and delivering value can be observed, however, they do it through new organizational designs “adapted” to the technological innovations.

What happens is that the technological innovations (like Cloud, Analytics, Mobile, and Social) are the most basic layer of this journey towards business transformation.

Companies wishing to survive in the Digital Age will have, therefore, to start thinking in a digital way and create business models that reflect that thought.

The great majority of companies bases their business models in the concepts of the industrial society: those that produce goods (most of the companies) and those that render services. These two models compose around 90% of the 1,500 greatest companies of the world.

The other 10% left comprehend the technology creator companies (around 9% of the 1,500 greatest companies), and the web aggregators or orchestrators[2], these last ones involving only 1% of the greatest companies of the world. As an example of aggregator or orchestrators, we can mention Apple, once they have created a network of apps around their smartphones, what exponentially values it. Without the community of apps, Apple would be way less worth than it is today. Furthermore, it should be highlighted that it is not Apple that produces the apps[3].

A remark fits here. The network business model, aggregator, may be applied, no matter in what sector of the company that wishes to survive in the Digital Age acts. That is the reason why it has become easy to see, for example, the automotive industry making alliances with giants like Google in order to invest in smart automobiles and personal mobility platforms. Such fact does not imply in replacing the current model, but in complementing it.

This movement of the companies is not in vain if we consider that since year 2000, 52% of the companies listed at Fortune 500 have been acquired, have lost importance, or gone bankrupt due to the evolution and exponential growth of technology.

That is exactly why 53% of the CEOs point out that in the next few years, the new business models, with basis in new technologies, will be the biggest strategic risk[4].

As user-clients, we observe how much these new business models represent significant improvements and gains. However, how are professionals, specially the Law ones, positioning themselves when facing these technological advances and the new business they present?

The Impacts of Web Economy in Several Social Segments

The impacts and effects provoked by digital revolution have not occurred only in the business models, but in the entire society, including the most mature and strongly regulated segments.

The proliferation of low-cost scanners and the decoding of human genome are reforging preventive medicine. Telepresence robots (mobile devices that allow virtual attendance by means of remote control) are revolutionizing Brazilian hospitals. Advanced robotics and 3D printing are redefining plants. Energy is about to go through a rebirth facing the scarcity of fossil fuel and the advent of a variety of more sustainable alternatives. Agriculture, education, services sector and retailing are also transmuting.

Not to mention the uncountable changes of the professional profile currently required by the market in the several activities fields affected by digitalization. Not only taxi drivers have their jobs threatened, but also professionals with different levels of qualification, from chief executive officers to consultants, liberal professionals, and those with other more operational occupations.

Alongside to this amazing pace of transformations provoked by the Internet, the pressure over those who wish to survive the Digital Age (the traditional players) has also increased remarkably.

While the pressure over traditional players grows, they, in turn, also put pressure on rulers so that they mitigate the rhythm of this transformation through acts and norms that keep the traditional management practices.

At the other end of this process, users demand a juridical order that accompanies the innovations pace.

In light of the above, how should the political class position itself?

The Positioning of Public Authorities vis-à-vis the Digital Economy and the Critical Scenario in which Technological Innovation Stands

The government has to track technology in order to perform the role it must have with any other industry: making sure the game is leveled and open to all, establishing and enforce the laws, and protect the public from any negative effects caused by technological advances.

Though, the Federal, state, and municipal Legal Powers have not yet neither noticed the opportunities provided by the birth of the Digital Economy, nor the revolution caused by the Digital Age, and continue mistakenly looking for framing the new legal facts (arising from technological innovation) in the obsolete and retrograde legislation that disciplines relations doomed to disappearance.

To better illustrate it, while the Congress in Brazil is worried about the draft bill that compares taxi cabs and individual transport applications (PL No. 5,587/2016 recently approved in the House of Representatives on 04/04/2017), the debate in the United States of America concentrates in the legislation regarding automate cars – smart  vehicles that do not need a person to drive them, and which have generated a wave of hiring of new employees in the auto manufacturers to assist in the development of new technologies, including the ever larger scale of scanning.

Hence, it is evident that technological innovation has reached a critical momentum. The acceleration of innovations and the new business models are provoking a profound division. On one hand, the traditional players with a structure that does not assist the social longings anymore and the legislative framework created in order to keep it. On the other hand, the digital economy, which currently boosts the economic growth, is extremely competitive, and it is causing impacts in not only the business models, but also revolutionizing and causing deep effects in the life of the human being as a whole.

The Opportunities Created by the New “Values” of the Internet Economy

The new “values” generated from the technological advances conceived in the age of Digital Economy may not be disregarded and qualified as something pernicious that should be prevented (so keeping the status quo) or banned. On the contrary, they represent opportunities not only of new business, but also of reviewing the legal system in a context of quick innovation and change.

Although technology and politics have different timings, it is necessary that consumers, companies, and public authorities start looking onto digital economy as a source of new opportunities, what can contribute to the resumption of economic growth.

Impelled by innovation, the new business models possess a huge potential of contributing with competitiveness and growth of the country.

Despite the resistance of certain sectors regarding new trends, consumers, companies and public authorities need to perceive the new opportunities of employment, work flexibility, new sources of income, and the more efficient use of resources provided by the Digital Age.

Final Remarks: The need of a National Police Agenda Aimed to New Key Issues Aroused with the Digital Economy

Issues related to the application of existent legal frames, will undoubtedly have to be reviewed in order to disfeature the old legal framework in place among consumers and service renders or suppliers, employed workers, self-employed individuals, and companies, and rendering of professional and non-professional services, among others. At first, this may result in uncertainty regarding the applicable legislation, especially when considering the legal fragmentation resulted from different legal approaches in the federal, state and municipality levels.

Nevertheless, such uncertainties will not make the urgent need of a national police agenda disappear as it is aimed to reviewing the legal treatment addressed to new key issues arouse from the Digital Economy. Issues faced both by market operators as by public authorities.

At this pace, it is necessary that the Brazilian legislators discard the punctual and disconnected approaches with the other spheres of the government, and start embracing the new opportunities of innovation, competitiveness and growth offered by the economy modernization.

Concurrently, it is important to include in the debates of this national police agenda, a discussion about fair work conditions and the adequate and sustainable protection of consumers and citizens. Moreover, it should be called to include citizens and companies in a national debate, so that they take part of the legal courses regarding the digital economy and that they be aware of the rules and obligations that are applicable to them.

Furthermore, local and state governments should be encouraged to position themselves in the national context in a similar way, volunteering to work alongside with the other governmental spheres (federal, state and municipality), accepting support and endorsement from entities expert in this process

And here we conclude this article expecting that this work contributes to a more macro vision of the whole picture regarding Digital Economy , as well as it can stimulate public authorities to formulate and apply the pertinent legislation in a coherent way, thus guaranteeing the best possible environment for the citizens and companies affected by technological innovations.

 

 

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[1] Fleury, Maria Tereza Leme. In
“Uberização”: os novos modelos de negócio ou a invasão dos bárbaros? Jornal Estadão, matéria publicada no caderno “Política”, em 27/8/2015.

[2] Enquanto as empresas criadoras de tecnologia entregam valor através de ideias e possuem a vantagem não estarem limitadas ao mundo físico, e de desenvolverem um produto que pode ser vendido muitas vezes (empresas de software, por exemplo); as empresas agregadoras ou orquestradoras de redes entregam valor através da conectividade e seus modelos de negócios se baseiam no conceito onde muitos fazem, muitos compram, mas elas, por si só, não fazem. São orquestradoras de rede o Uber, eBay, Innocentive ou Kaggle, Facebook e Linkedin, Apple.

[3] Taurion, Cezar. In Os novos modelos de negócio na era digital. Matéria publicada no Site TI Especialistas Brasil, disponível em: https://www.tiespecialistas.com.br/2016/06/os-novos-modelos-de-negocio-na-era-digital/ . Acesso em 21 mar 2017.

[4] Deloitte. In Exploring Strategic Risk: A global survey. Disponível em:  https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/global/Documents/Governance-Risk-Compliance/dttl-grc-exploring-strategic-risk.pdf . Acesso em 21 mar 2017.

Tatiana Trícia de Paiva Revoredo - Especialista em Direito Constitucional, formada pela PUC-SP. Assistente jurídica atuante em Câmara Especializada de Tributos Municipais do Tribunal de Justiça de São Paulo.

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